A mente apaga registros duplicados

Por Airton Luiz Mendonça
(Artigo do jornal O Estado de São Paulo)

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.
Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio…. você começará a perder a noção do tempo.
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:
Nosso cérebro é extremamente otimizado.
Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.
Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.
Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.
É quando você se sente mais vivo.
Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e ‘apagando’ as experiências duplicadas.
Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.
Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência).
Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.
Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.
Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir – as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, -…. enfim… as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a…
ROTINA
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).
Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.
Seja diferente.
Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos… em outras palavras… V-I-V-A. !!!
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o… do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos.
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes..
Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?
Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.
E S CR EVA em tAmaNhos diFeRenTes e em CorES di fE rEn tEs !
CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, PICOTE, INVENTE, REINVENTE…
V I V A !!!!!!!!

Pensamento “Verde”

Para nossa reflexão

Sobre reciclagem

Na fila do supermercado o caixa diz a uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse:
Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu: “Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.

Você está certo, responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos ‘descartáveis’ e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é visível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

Enviado pelo amigo Pr. Luiz Fernando Régis.

Site indica menores preços de medicamentos no Brasil – CONSULTA REMÉDIOS

Site indica menores preços de medicamentos no Brasil

Depois do boom dos sites de compras coletivas, um novo serviço disponível na Internet vem ganhando força e chamando a atenção no Brasil pela quantidade de acessos. São páginas de utilidade pública voltadas aos consumidores. É o caso do site Consulta Remédios, que soma mais de sete milhões de visitas por mês. Um sucesso que tem auxiliado os usuários de duas maneiras: saber o princípio ativo dos medicamentos, podendo assim optar por um genérico e, principalmente, conhecer quais laboratórios dispõem daquele remédio pelo menor preço.

O site foi lançado logo após o lançamento dos genéricos em 1999, para ser um serviço para os médicos. “Percebemos, diante da novidade do fim da exclusividade dos medicamentos de referência, que muitos não tinham informações sobre quais as substâncias ativas dos remédios que já existiam na versão de genéricos. Então, veio a ideia de informá-los por meio da rede mundial de computadores”, conta o criador do Consulta Remédios, Valdir Groto.

Com o tempo, o serviço foi se popularizando e sendo acessado também pelos consumidores. Atualmente, são 17 mil medicamentos cadastrados no Consulta Remédios. “Nosso objetivo é informar as alternativas que existem para a compra de medicamentos a um custo mais baixo e com o mesmo princípio ativo”.

Diferenças de preços

A listagem disponível no “Consulta Remédios” confirma que o preço dos genéricos chega a ser 60% mais barato em comparação com os medicamentos de marca, dependendo do fabricante. Mas o que muita gente não sabe é que, mesmo entre os genéricos, existem grandes variações de valores conforme o laboratório.

Um antibiótico, por exemplo, a base de amoxilina custa R$ 43,27, no produto de referência. Já o genérico de maior preço sai por R$ 28,14 e o mais barato por R$ 13,44, com a mesma apresentação de dosagem e quantidade. As pesquisas são feitas com base em diversas fontes, como a página da Anvisa, site dos fabricantes, Guia de Remédios, entre outros.

Fonte: Paraná Shop VIA PREVIG

“A minoria tem que se curvar”

Segue link sobre uma entrevista do nobre deputado Jair Bolsonaro a quem acompanho já faz um bom tempo, ao jornal “O Tempo” de Belo Horizonte.

“A minoria tem que se curvar”

É muito triste o que vem acontecendo na sociedade brasileira, com essa apologia ao homosexualismo.
Ressalto que temos que respeitar as pessoas que fazem esta opção, mas daí até criminalizar a minha opção de não ser gay ou de falar contra, vai uma distância muito grande.
Vale a pena ler.

Abaixo, uma cópia da entrevista. Clique no link para ver o original publicado. Veja mais abaixo a opinião dos leitores do jornal on line sobre o fato.

Militar da reserva e deputado em seu sexto mandato, ele fala de suas posições sobre homossexualidade para O TEMPO e alimenta ainda mais as polêmicas que ocupam o Congresso. Na sua avaliação, os gays estão lutando por privilégios, e os heterossexuais sofrem discriminação. A entrevista ocupa o mesmo espaço cedido, na última segunda-feira, para a senadora Marinor Brito (PSOL-PA)

Publicado no Jornal OTEMPO em 23/05/2011
Entrevista com Jair Bolsonaro – Deputado Federal pelo PP

Deputado Jair Bolsonaro, o sr. tem se destacado nacionalmente por combater o movimento gay. Por que o envolvimento com essa causa?

Eu entrei nessa briga no dia 23 de novembro do ano passado. Sem querer, passando no corredor das comissões aqui da Câmara, eu vi uma reunião de pessoas esquisitas – que não usavam o traje normal aqui dentro: paletó e gravata, mas umas fantasias coloridas, bandeiras LGBT – aí eu perguntei para um assessor da Câmara “vai ter uma passeata do orgulho gay?”. E ele me respondeu que eles estavam lançando o que eu passei a chamar de Kit Gay, um material, que eles chamam de didático, para combater a homofobia, mas que, na verdade, atingindo um público de primeiro grau, estimula o homossexualismo. Então, eu comecei por aí. E, no bojo desse Kit Gay, veio o Plano Nacional de Promoção da Cidadania LGBT, que traz propostas absurdas, inclusive, uma delas mostra que eu tenho razão: que esse material, o livro didático com a temática da diversidade sexual, é para um público infanto-juvenil, sendo infanto até 10 anos de idade.

Mas o MEC argumenta que o material não seria destinado a crianças.

Não adianta me chamar de mentiroso. Esses esquerdiopatas, esses fundamentalistas homossexuais que não têm argumento, falam que eu sou um pit bull, mas que, na verdade, tem uma Lassie dentro de mim, que eu tenho que sair do armário, consultar um analista. Se você reage, eles dizem que isso é normal, se você fica quieto, está do lado deles. Então, não tem conversa entre nós. Eu não tenho uma linguagem bonita, por ser parlamentar a minha formação é essa. Mas tenho uma linguagem pesada que o povo entende. E a gente está tendo uma aceitação muito grande no tocante a isso aí. Ontem começou a bancada evangélica a se movimentar, trouxeram o ministro da Educação, Fernando Haddad, para explicar o Kit Gay. E ele falou que não sabia de nada, deu uma de Lula, disse que não sabia de nada. Olha só, que irresponsabilidade: não sabia de um material que foi licitado em novembro do ano passado, conforme as notas taquigráficas que eu tenho aqui da Câmara.

Deputado, o sr. acha que há alguma espécie de plano oculto para tornar as pessoas homossexuais?

Eu vejo como um projeto de governo, pelo poder, e há também um interesse externo nisso. Por que projeto de governo? Quanto mais gente ignorante no nosso país, melhor para quem está no governo. A molecada, ao invés de se preocupar com matemática, português, física, etc., vai perder tempo discutindo homossexualismo, estudando livros que mostram que dois homens namorando é normal, duas mulheres dormindo juntas é normal. Isso aí ajuda a deseducar, a deixar o cara mais burro. Então, o que acontece: quanto mais ignorante estiver o nosso país, vivendo de projetos assistencialistas como o bolsa-família, mais fácil desse pessoal se perpetuar no poder. Quanto ao interesse externo, você hoje em dia não fabrica aqui no Brasil uma calculadora, você não fabrica nada aqui. Não temos tecnologia. Então, quanto mais imbecis houver aqui, mais nós continuaremos exportando um navio de minério de ferro para comprar uma canoa com chapa de aço dos estrangeiros.

Nesse sentido, então, o Supremo errou ao reconhecer aos casais homossexuais os mesmos direitos que se aplicam à união estável entre pessoas de sexo diferente?

Primeiro que o STF tem que decidir em cima de leis. Já entrei no passado com um mandato de injunção na Corte e foi batido o martelo dizendo que o Executivo tinha que regulamentar, o Supremo não mandou pagar pensão integral para viúvas de militares ou servidores civis, ele deu um prazo para o Executivo regulamentar. Podia aqui o Supremo – seria menos grave – dizer que nós do Congresso teríamos que votar para decidir a questão do casamento gay. Estamos organizando aqui um plebiscito, mas o grupo LGBT não quer uma consulta popular, porque, por exemplo, no Peru, o casamento entre homossexuais teve um rejeição de 80%. Eu tenho certeza que, no Brasil, ficaria próximo disso. Se fosse a voto a adoção de filhos por homossexuais, tenho certeza que 90% do país seria contrário. E nós temos de legislar para a maioria, e não para a minoria. A minoria tem de se curvar, obedecer, e ponto final.

Outro projeto que pode ser votado pelo Congresso é aquele que criminaliza a homofobia. O sr. vai trabalhar contra?

Esse projeto é um crime, nem vou entrar para o lado do que os pastores falam, no tocante à pregação. Vou pintar um quadro hipotético aqui: está um de nós com a sua esposa e um casal de filhos de seis, sete anos no restaurante. Daí dois homens, você olha e vê que são homens, de repente começam a trocar carícias. Então, você levanta e troca de mesa para que seus filhos não vejam aquilo. Aí eles levantam e dão um grito: homofobia! Você e a sua esposa começam com três anos de cadeia. Quer ver outro exemplo? Uma dona de casa tem uma empregada doméstica, tenho que tomar cuidado com o termo para as pessoas não dizerem que eu estou discriminando: “ela é a secretária do lar”. É tipo a questão do homossexualismo: o cara é bicha, é veado, qual o problema? No meu tempo era bicha, não tem diferença, não estou ofendendo o cara. Ele não participa de passeata do orgulho gay? Você chama de veado e o cara quer te processar… Mas voltando à empregada doméstica. De repente a patroa fala para o marido: temos que mandar a dona Maria embora porque ela está quebrando muito prato, ou então não vamos conseguir pagar mais. Imagina que, porventura, essa empregada seja homossexual, ela vai na delegacia e diz que foi mandada embora porque a patroa percebeu que ela era lésbica e resolveu mandar embora por causa disso. Essa dona de casa também começa com três anos de cadeia. E é a patroa que terá de provar que não mandou embora a empregada por causa do homossexualismo. Isso é o fim do mundo. Não tem a mínima chance de ser aprovado no Senado.

Mas não foi aprovado na Câmara também contra as previsões?

A passagem do projeto aqui na Câmara foi uma fraude. Publicada a ordem do dia em uma quinta-feira de 2006, não havia aquela matéria. Então, uma deputada entrou com requerimento de urgência – já à noite, acabando tudo, meia-dúzia no plenário. Quem presidia a mesa já estava acertado com ela, aceitou o requerimento, fez uma votação simbólica, e, ato contínuo, foi colocado em votação. Em dez segundos, o projeto foi aprovado e você não pode fazer mais nada. Foi um crime o que foi feito aqui. Não houve discussão. Ele não passaria na Câmara e agora está no Senado. Foi uma maneira suja de fazer aprovar um projeto aqui por parte de sujos que são esses grupos de homossexuais que estão aqui dentro da Câmara.

Alguns deputados alegam que o projeto que criminaliza a homofobia também se choca com a liberdade de expressão.

Uma das propostas dos homossexuais fala sobre controle social junto às redes de TV, com proibição de piadas LGBT. Se você quiser contar a piada do veadinho, não pode mais. Se o Costinha estivesse vivo, estaria desempregado. O que os gays estão querendo não é ter os mesmos direitos, eles querem privilégios. Quer dizer que pode contar piada de gordo, de careca, mas não pode de veado?

Deputado, o sr. acha que está se formando no país algum tipo de preconceito contra heterossexuais?

Eu já falei aqui que o heterossexual está sendo discriminado. Esse pessoal gay prega que o verdadeiro orgasmo só é atingido por quem faz sexo anal. É essa a mensagem que eles estão pregando aqui dentro da Câmara. Você vai falar que não, aí eles perguntam: você já experimentou? É brincadeira. É como se nós, que não fazemos isso, estivéssemos perdendo alguma coisa. Agora, o grande crime, repito, o grande crime, o grande mal é atocaiar, emboscar a criançada na escola, a molecada que ainda está desmamando… Isso é um crime, e nós temos de impedir.

O sr. não acha que essa postura combativa acaba ajudando o movimento gay? Porque, pelo menos aqui dentro do Congresso, o debate ganhou mais força depois que o sr. começou a aparecer na mídia…

De jeito nenhum. O ministro da Educação, por exemplo, falou que não vai distribuir o Kit Gay por enquanto, e fechou um compromisso com a bancada evangélica para que todos nós recebamos o Kit Gay antes de ele mandar licitar o que não foi licitado ainda, ou mandar distribuir. Palavra dele, que eu não acredito, até porque ele só faz trapalhada. Conseguimos segurar isso daí. Mas não adianta, porque os homossexuais não vão ganhar força com passeata, com audiência pública, não vão ganhar nada com isso aí. O Jean Willys (deputado federal pelo PSOL-RJ) não conseguiu nem as 171 assinaturas para apresentar a Proposta de Emenda à Constituição para instituir o casamento homossexual. Não conseguiu nem vai conseguir.

Há mais parlamentares aqui no Congresso que aparecem publicamente para defender os direitos dos homossexuais do que para falar contra. O sr. acha que a sua atitude vocaliza o sentimento de uma maioria que, em geral, fica calada?

O que eu tenho falado, e eu sempre esculacho, nenhum deputado ocupa a tribuna para me recriminar. Você não pega um deputado dizendo: quero criticar o Bolsonaro. A maioria dos parlamentares está com a gente, e, dos que assinaram a frente parlamentar em defesa dos homossexuais, acredito que a maioria assinou sem ler. Todos concordam com as coisas que eu digo, mas poucos têm coragem de assumir.

Recentemente, o governo do Rio de Janeiro autorizou militares a participarem de passeatas gay utilizando a farda…

O Sérgio Cabral (governador do Rio) é um fanfarrão. Ele brinca com uma corporação em que, em média, doze homens morrem por mês, ou em serviço, ou fazendo um bico, porque ganham pouco. É um crime o que ele faz… Até corre na internet aqui um brasão do 24 B gay, embaixo escrito: o batalhão do Sérgio Cabral. Ele autorizou os gays a comparecerem fardados e com viaturas. E eu nem entro na questão de gastar dinheiro público, gasolina, com esses movimentos promíscuos, porque ninguém tem orgulho de ter um filho gay, um irmão gay, um pai gay. Então, é um deboche que ele faz com esses bravos homens, que morrem doze por mês, ao enfrentarem bandidos com fuzis.

Para finalizar esse assunto, deputado, como devem então ser tratados os homossexuais?

Imagina que você tem um garoto muito jovem, de cinco ou seis anos, e ele começa a quebrar vidraça do vizinho, a xingar você, a cuspir no prato, não comer. Se não tem jeito de, na conversa, mudar, você tem de dar um coro nele. E muitos concordam com isso. Se eu posso mudar um comportamento agressivo num filho meu, por que eu não posso mudar um comportamento extremamente delicado, fora do padrão para um garoto? Lógico que eu posso. Eu tenho o direito, mais que o direito, eu tenho o dever de tentar. Se eu percebesse isso aí em qualquer filho meu, tinha apanhado pode ter certeza disso aí. “Isso é coisa de menina, vai ser homem, moleque!” Muita gente fala que levou porrada do pai e, graças a isso, é homem hoje em dia.

O sr. Também foi acusado de racismo recentemente por causa de uma resposta que deu em um programa de televisão.

Isso praticamente já não existe mais dentro da Câmara. Naquela entrevista, quando eu vi a imagem da Preta Gil, eu já engatilhei uma resposta para ela, tendo em vista a vida promíscua que ela leva. E não tenho de provar nada, porque está na internet que ela participa de suruba. Eu entendi a palavra gay, não negra. Tanto é que eu desafio qualquer um a entrar com uma ação no Ministério Público para me prender, porque o crime de racismo é inafiançável e eu, deputado, não tenho imunidade para isso.

A Preta Gil disse aqui na Câmara que vai lutar para o sr. não se reeleger.

Eu ficaria preocupado é se a Preta Gil fosse no Rio e falasse: vote no Bolsonaro, que ele é um cara legal. Daí eu teria que trabalhar igual a um desgraçado para ser reeleito. Obrigado à Preta Gil. Podemos até discutir, se ela estiver desempregada, trabalhar para a minha campanha no Rio de Janeiro me criticando, eu até arranjaria uma graninha para ela, uns R$ 600 por mês, que é o que ela merece.

Eu tenho ouvido recorrentemente a frase “Bolsonaro presidente”. O sr. não planeja voos mais altos?

É muito difícil você ser presidente, governador e prefeito no nosso país. O contato com o Legislativo é complicado. Além disso, no Rio de Janeiro, por exemplo, você tem uma dezena de hospitais públicos. Quando um cara morre no hospital, o pessoal arrebenta contigo. Ninguém vê que, na mesma noite, centenas de pessoas foram bem tratadas. O pessoal bate exatamente em cima daquilo. Eu não entendo como o cara, quando ganha uma prefeitura, uma governadoria, ele comemora. Ele tinha é que chorar. É tanto problema, nós não temos como dar vazão, por mais honesto que seja um prefeito, não atende, não consegue dar vazão à demanda. Eu tenho pena de prefeito honesto, porque não tem como resolver os problemas todos.

Deputado, ideologicamente o sr. se posiciona como de direita… O que significa isso?

Direita não, extrema direita, que é rotulada aqui no Brasil como a pessoa que defende a pena de morte, que defende o planejamento familiar, que é contra a indústria da demarcação de terras indígenas, que defende o endurecimento das penas. Muitas vezes, o Brasil quer imitar os países do primeiro mundo apenas no que interessa para nós. Temos de imitar em muitas coisas, na redução da maioridade penal. Presídio para valer não tem que ter visita íntima, onde a mulher passa tudo para o preso, escondido nos mais variados locais. Eu acho que os presídios no Brasil são excepcionais, são muito bons. Você faz muita força para entrar lá, é um lugar democrático, ninguém está lá de graça. Situação pior do que a dos que estão lá dentro é a da viúva que teve o marido morto aqui fora. Muitos dos que estão lá dentro, a família recebe no mínimo R$ 800 por mês a titulo de auxílio reclusão. E a viúva com três, quatro filhos não tem nada. E os Direitos Humanos vão atender exatamente o criminoso. Tanto que eles conseguiram. O presidiário, cuja pena não transitou em julgado, pode até votar. Então você imagina para quem essas pessoas votam. Para nós, os políticos, vale a lei da Ficha-Limpa, mas para o eleitor não vale.

O Congresso está discutindo atualmente a Reforma Política. Para o sr., quais mudanças são necessárias?

A minha proposta eu não apresento porque a minha Reforma Política não é o candidato, é o eleitor. Se você tem a massa estragada, por melhor padeiro que você seja, não vai sair um bom pão. E a massa estragada é o eleitor. Aí vão dizer: esse cara não quer voto. Eu não quero voto de imbecil mesmo. O que acontece com o eleitor? A partir do momento em que grande parte da sociedade, quando vê um jornal pela frente acha que serve para substituir papel higiênico, você quer que ela tenha poder para decidir o quê? Então, a minha reforma seria do eleitor: só vota quem tiver o segundo grau completo e algum ganho, qualquer, como autônomo, funcionário público, aposentado, seja o que for. Daí, para você votar em mim, eu vou fazer com que, perto de onde você mora, tenha uma escola, para você concluir o segundo grau. E levarei um emprego para lá, para você ter renda, e poder votar em mim. E não o contrário, onde eu fico prometendo para um monte de imbecil que o problema do Brasil é educação, é saúde, é falta de trabalho, e vote em mim porque eu vou lutar por isso. Você não vai lutar nada. A reforma é o eleitor: quem não presta no Brasil é 70% do eleitorado. Se nós aprovássemos, por exemplo, o voto facultativo, a parcela esclarecida não iria votar. Quem iria às urnas é o pessoal do bolsa-família, os cotistas enganados, o MST. Aí seria fácil para o PT aprovar uma previdência única, o desarmamento – porque não existe ditadura sem ser precedida por desarmamento da população – aprovar imposto de renda progressivo e a taxação de grandes fortunas. Eles aprovariam também uma reforma agrária ampla, geral e irrestrita, e a cúpula do PT viveria como vive o Fidel Castro, usando agasalho da nike e criticando os americanos.

(Telmo Fadul)

“A minoria tem que se curvar”

Portabilidade numérica: como identificar a operadora pelo número do telefone fixo ou celular

RETIRADO DO SITE : SEGREDOS DOS CELULARES
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Segue a informação:
Após o início da portabilidade numérica na telefonia brasileira muita gente fica confusa na hora de saber para qual operadora está telefonando. Como os prefixos telefônicos são mantidos mesmo trocando de empresa, não é mais possível identificar a rede pelo número do telefone fixo ou celular chamado. Essa informação faz falta, porque cada operadora tem tarifas e promoções diferenciadas. Por isso, se você quer saber como identificar a operadora de um terminal telefônico móvel ou residencial, já existe uma ferramenta na internet que faz isso apenas pelo número.
Os mais de 187 milhões de usuários de telefones móveis e fixos do Brasil têm uma ferramenta de busca ágil para identificar, direto da base de dados da portabilidade numérica, as atuais operadoras dos números para os quais pretendem telefonar. A Entidade Administradora da portabilidade, a ABR Telecom disponibilizou na internet um link de pesquisa rápida.
Como descobrir a operadora através do número telefônico
Por meio do novo site, basta o pesquisador digitar, no local indicado, o número sobre o qual deseja informações com o respectivo DDD que a operadora será identificada. A atualização desta base é simultânea à efetivação da portabilidade na Base de Dados de Referência da ABR Telecom (BDR), portanto, estará sempre com a informação mais recente.
O novo site da ABR Telecom está mais dinâmico e apresenta uma releitura da logomarca que foi redefinida na cor azul – sem os detalhes verde e amarelo – que a caracterizavam anteriormente. A homepage destaca a portabilidade numérica e dedica atenção também aos serviços que a organização desenvolve sob medida para as operadoras de telecomunicações.
Nesse ambiente o navegador encontrará conceitos e formas de acesso para o Cadastro Centralizado de Clientes e para os serviços de combate à fraude: Cadastro de Estações Móveis Impedidas (CEMI), Equipment Identity Register (EIR) e Sistema Integrado de Gestão Nacional do Uso do Saf (SIGNUS).
Quanto à portabilidade, o novo site da ABR Telecom ilustra o calendário de implantação do novo serviço no mapa do Brasil. O mapa permite ao navegador saber a data de implantação da portabilidade e o DDD beneficiado a partir de um clique com o mouse sobre o estado de interesse.
O endereço é http://www.abrtelecom.com.br.
link direto :
http://consultanumero.abrtelecom.com.br:8080/consultanumero/consulta/consultaSituacaoAtual!carregar.action
caso não dê certo o link, na página da abrt é um link do lado direito.
A Portabilidade numérica na telefonia do Brasil
Desde o dia 1º de setembro quando a portabilidade numérica entrou em operação, atendendo um calendário de implantação gradual do serviço no País, 151.890 pedidos de transferência de operadora com a manutenção do número do telefone já foram encaminhados a Base de Dados de Referência da ABR Telecom. Desses, 95.378 já tiveram seus processos concluídos e se beneficiam do novo serviço.
Mais celulares querem portabilidade que telefones fixos
As solicitações de troca a partir de usuários de telefones móveis superam os fixos. Enquanto 64% (97.454) dos pedidos de portabilidade até agora são originados por usuários de móveis, 36% (54.436) são de assinantes de telefones fixos. Entre as efetivações de portabilidade, a situação se repete com 64% (60.567) das transferências realizadas para telefones móveis e 36% (34.811) para fixos.
A implantação da portabilidade numérica será retomada, em sua sétima etapa, no dia 8 de janeiro de 2009 com mais sete DDDs, o 18(SP), 51(RS), 55(RS), 63(TO), 65(MT), 92(AM) e 97(AM).
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RETIRADO DO SITE : SEGREDOS DOS CELULARES

Estudantes da rede pública receberão kits gays em 2011 – vai começar bem o governo Dilma

Alunos de 7, 8 e 9 anos receberão DVDs “escolares” com histórias de “amor” homossexual. Numa das histórias, conforme denúncia do deputado Jair Bolsonaro, “um garoto de mais ou menos 14 anos, de nome Ricardo, vai ao banheiro fazer pipi, olha para o lado, vê um coleguinha dele fazendo pipi também e se apaixona por esse colega”.
A denúncia completa está aqui: www.youtube.com/watch?v=ONfPCxKdGT4

O kit gay faz parte da campanha estatal “Escola Sem Homofobia”, imposta pela SEDH da Presidência da República. A febre governamental de promover a agenda gay a pretexto de combater a homofobia está tirando das crianças sua proteção contra uma promoção descarada do homossexualismo e está tirando dos pais o direito e autoridade de proteger seus filhos, sob a ameaça de rotulá-los como homofóbicos.

Com tal ameaça, o que uma mãe ou pai ouvirão amanhã dos agentes estatais, inclusive professores de escola pública? “Se você não aceitar a doutrinação homossexual de seu filho, vou denunciar você como homofóbica!” “Se você não entregar seu filho para mim, vou processá-lo como homofóbico!”

É verdade que, com a aprovação do PLC 122, os grupos homossexuais de pressão política esperavam esses “avanços”. O site da ABGLT, até a data de 13 de dezembro de 2010, estava em plena campanha pelo PLC 122. Sua aprovação, que estava manobrada para ocorrer em 8 e 9 de dezembro, não se concretizou por causa de inúmeras denúncias.

Entretanto, a manobra também tinha um plano de ação paralela. Enquanto os grupos pró-família estavam se concentrando contra o PLC 122, Lula e seu governo estavam dando canetadas. Vejamos o histórico de presentes que o movimento homossexual recebeu do governo, com a cortesia e generosidade dos trabalhadores brasileiros que pagam impostos: em novembro de 2010, o Senado aprovou mais de 300 milhões de reais para a “prevenção e combate à homofobia”. Será uma chuvarada de kits gays para crianças e adultos de todas as idades! O pedido dessa verba foi feito diretamente pela presidência da República, a qual por sua vez atendeu pedido da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT).

Em 9 de dezembro de 2010 o presidente Lula criou, por meio de decreto presidencial, o Conselho Nacional de Combate à Discriminação (CNCD), também chamado de “Conselho Nacional LBGT”. Um de seus membros é Luiz Mott, líder máximo do movimento homossexual, que há anos vem sendo acusado de defender a pedofilia. O CNCD, que foi criado a pedido da ABGLT, está ligado diretamente à Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), órgão da Presidência da República responsável pelo programa “Brasil Sem Homofobia”.

Em 8 de dezembro de 2010 foi anunciada a nova ministra da SEDH, Maria do Rosário (PT-RS), que ficou famosa por seu projeto de lei que tira dos pais a autoridade de disciplinar os filhos. Uma das ações principais do CNCD, sob a autoridade da SEDH, será fiscalizar e fortalecer a implementação e expansão do programa federal “Brasil Sem Homofobia”, que visa remover da população todo sentimento e opinião contrária ao homossexualismo, como resposta radical e decisiva às pesquisas que indicam que 99% da população brasileira de uma forma ou de outra rejeitam esse comportamento.

Em 9 de dezembro de 2010, através da Portaria 513, o Ministério Previdência Social garantiu a concessão de pensão e outros privilégios para duplas gays vivendo como se fossem homem e mulher legalmente casados. De acordo com Luiz Mott, essa medida do INSS “reconhece o casal homossexual”, deixando as duplas gays a pouquíssimos passos de uma equiparação total ao casamento legal normal entre um homem e uma mulher. O INSS agiu a pedido da ABGLT.

E no dia 13 de dezembro, Toni Reis estará recebendo da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República o “Prêmio Direitos Humanos”, por recomendação direta do ministro Paulo Vannuchi. Toni Reis, que é presidente da ABGLT, estará recebendo sua condecoração na presença do presidente Lula no Palácio do Planalto. O PNDH-3, que intitulei Presente das Trevas em meu artigo sobre o assunto, foi uma manobra rasteira e inesperada, lançada bem na época do Natal, não muito diferente dos outros presentes que o governo Lula acabou de dar, a pedido da ABGLT.

Lula teria coragem e honestidade de dar todos esses presentes logo antes de uma eleição presidencial? Como os eleitores reagiriam nas urnas, vendo Lula dar tanto com o dinheiro do bolso deles?

Só dois pedidos da ABGLT ainda não foram atendidos:
1. A aprovação do PLC 122.
2. A criminalização do Blog Julio Severo. Em novembro de 2007, Toni Reis, em nome da ABGLT, solicitou ao Ministério Público Federal medidas criminais contra o Blog Julio Severo e seu dono.

Enquanto aguarda atendimento, a ABGLT conta com o enorme poderio da máquina estatal. A nova ministra da SEDH, Maria do Rosário, de acordo com reportagem do site homossexual A Capa, “reforçou que irá trabalhar com ‘empenho’ pelos direitos das ‘crianças e adolescentes… e pela livre orientação sexual’”. Assim, o kit gay para crianças de 7, 8 e 9 anos estará garantido.

Tudo por amor à “livre orientação sexual”. Disciplina física para as crianças? Rosário responde com um sonoro JAMAIS! Doutrinação homossexual para as crianças na escola? Aí a resposta é: OBRIGATÓRIO! Essa é a ideologia dela, que exige menos autoridade dos pais na vida dos próprios filhos e mais autoridade e intervenção do governo e ativistas gays na vida deles.

O programa “Brasil Sem Homofobia” impõe, em dimensões apocalípticas, a interferência pró-homossexualismo direta do Estado na sociedade, a pretexto de combater crimes violentos, forjados ou não, de homofobia — mas sempre acobertando meticulosamente a homossexualidade de autores de crimes violentos, especialmente em casos de abuso sexual de meninos. O Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott, alega que pouco mais de uma centena de homossexuais é assassinada por ano. Mas não dá para dizer que a estatística de criminosos gays é assim igualmente pequena, pois o número de crianças do sexo masculino estupradas e até mortas por ano é consideravelmente volumoso. Só como exemplo, meu livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia em 1998, aponta que os dez maiores assassinos seriais dos EUA eram homossexuais.

Ativistas gays que defendem o sexo entre homossexuais adultos e meninos não estão sendo alvos de nenhum tipo de investigação do governo, que ainda os brinda com o programa “Escola Sem Homofobia”, que garante que a influência homossexual não fique limitada apenas às crianças adotadas por duplas gays. Com a interferência pró-homossexualismo do governo nas escolas, todas as crianças serão afetadas, quer seus pais aceitem ou não. A única resposta que os pais poderão dar é “sim”. Qualquer outra resposta será considerada “homofóbica”.

A mera presença oficial de Luiz Mott no Conselho Nacional de Combate à Discriminação expõe a tendenciosidade do governo. A tirania de Mott ficou conhecida em 2001 quando ele ordenou que uma igreja batista de Campinas removesse de seu site uma pregação, de autoria do próprio pastor da igreja, contra o homossexualismo. A igreja prontamente obedeceu. Aos que não obedecem, Mott manifesta seus chiliques. Em 2008, ele postou em seu site pessoal os nomes e endereços de alguns cristãos — inclusive Julio Severo — que lutam contra a agenda gay.

Com ou sem a aprovação do PLC 122 neste final de ano, os ativistas gays estão felicíssimos com todos os presentes do presidente Lula, que tem sido muito mais do que um tio generoso para o movimento homossexual. Ele na verdade conquistou a posição de Papai Noel dos gays. Em seus oito anos de governo, Lula garantiu “avanços” decisivos, espetaculares e inimagináveis para a agenda gay.

Fonte: www.juliosevero.com

http://www.lpc.org.br/noticias/1075-estudantes-da-rede-publica-receberao-kits-gays-em-2011

Nota:
A apologia ao homossexualismo é uma coisa vergonhosa que venho notando nos últimos tempos, na televisão.
Quem se diz cristão, não pode concordar com tal situação.
Deus ama o homossexual, mas não as suas atitudes que devem ser mudadas.
A Bíblia na carta de Paulo aos Romanos no capítulo 1, relata o que Deus acha disso, transcrevo abaixo, na tradução Nova Versão Internacional. Pegue sua bíblia e leia o capítulo inteiro:

“21 porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e o coração insensato deles obscureceu-se.
22 Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos
23 e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis.
24 Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si.
25 Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém.
26 Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza.
27 Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão.
28 Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam.
29 Tornaram-se cheios de toda sorte de injustiça, maldade, ganância e depravação. Estão cheios de inveja, homicídio, rivalidades, engano e malícia. São bisbilhoteiros,
30 caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, arrogantes e presunçosos; inventam maneiras de praticar o mal; desobedecem a seus pais;
31 são insensatos, desleais, sem amor pela família, implacáveis.
32 Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam.”

DEVOCIONAL PARA HOJE

  http://www.iluminalma.com

Terça-feira, 26 de Outubro, 2010

VERSÍCULO:

 Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. — 2 Timóteo 3:16-17

PENSAMENTO: Deus quer que nós estejamos preparados para fazer boas obras. Ele nos deu as Escrituras. Hoje nós temos a Bíblia traduzida em muitas línguas, dialetos e versões. Ao invés de ser uma ameaça, isso é uma grande bênção. Mas devemos nos lembrar que o alvo das Escrituras não é só aprender o que dizem, e sim, viver o que dizem na nossa vida diária. Deus pretendia que Sua Palavra fosse a verdade prática – um presente que nos prepara para fazer toda boa obra.

ORAÇÃO: Santo Deus, ainda me maravilho com o fato de que o Senhor escolheu falar conosco, suas criaturas finitas, nas nossas próprias palavras. Que eu nunca abuse do grande presente de ser capaz de ler a Sua Palavra e aprender a Sua Verdade. Mas pai, por favor, dê-me o caráter e a coragem de praticar o que aprendo nela e de deixá-la me treinar para fazer a Sua vontade. Em nome de Jesus. Amém. [*** Por favor, ajude-nos a divulgar cada vez mais as Escrituras. Seu apoio ao site por meio das visitas aos anunciantes faz muita diferença! Contamos com a sua ajuda todos os dias.] http://www.iluminalma.com.br/dph/4/1026.html

Eleições

Abaixo artigo publicado pelo conferencista Luciano Pires, do Café Brasil.
Caso queira ver o original, clique => http://tiny.cc/o2j7uaqpus

Aproveitando a eleição do Excelentíssimo Deputado Federal Tiririca, reciclarei um artigo que publiquei em 2005 e que me rendeu previsíveis xingamentos por parte dos “ justiceiros sociais”: elitista, direitista, fascista e aquelas coisas que vocês já conhecem. Mas o artigo nunca esteve tão atualizado.

Se eu quiser exercer medicina, não posso. Preciso do diploma, obtido depois de pelo menos sete anos de estudo. Se eu quiser advogar, não posso. Preciso de diploma e exame da Ordem dos Advogados. Se eu quiser “engenheirar”, não posso. Preciso do diploma de engenheiro. Se eu quiser ser gari, não posso. Tenho que ter diplomas básicos e passar por um teste físico.Mas se eu quiser ser vereador, deputado, senador ou presidente da república, eu posso. Ninguém me pede credenciais. Diplomas. Nem mesmo testes físicos, apesar do poder dessas funções de impactar nossa vida.Daí o deprimente espetáculo protagonizado por atores que elegemos, vários deles falando um português sofrível, revelando ignorância generalizada e valores morais questionáveis. E transformando política em balcão de trocas.

Pois tive uma idéia que nem original deve ser: a ISO Política. A série ISO é uma família de padrões de gerenciamento da qualidade desenvolvida em 1987. Um escritório central em Genebra coordena o processo e publica os padrões que, quando seguidos, garantem que a empresa tem um sistema de gerenciamento de qualidade adequado. Para a certificação as empresas devem comprovar aos auditores da ISO que documentaram criteriosamente seus processos e seguem o sistema de forma consistente. E de tempos em tempos as empresas precisam se certificar novamente, comprovando que continuam mantendo os processos alinhados aos padrões. Muitos órgãos governamentais e empresas exigem conformidade com padrões ISO de seus fornecedores. Sem ISO, não tem negócio. A ISO é responsável por uma evolução sem precedentes do padrão de qualidade dos produtos e serviços brasileiros desde o início dos anos 90.

Pois bem, então que tal criar uma ISO Política? Uma instituição como a Fundação Getúlio Vargas, por exemplo, desenvolveria os padrões para quem quer se dedicar a cargos públicos. Qualquer candidato a vereador, deputado, senador, etc. teria a oportunidade de obter a certificação. Mas para isso precisaria ter noções de política. Economia. Português. Administração. Ética. Atendimento a clientes. Leis. Política…

A ISO Política seria propagandeada maciçamente, até se transformar num selo de qualidade. E quem conseguisse a certificação ostentaria o selo com orgulho:

- Olha, eu tenho a ISO Política, viu? Quem banca o processo? Nós. Eu. Você. Com o maior gosto. O custo dele seria infinitamente menor que os prejuízos hoje causados pela ignorância e incompetência das excelências que elegemos.

Qualquer pessoa poderia se candidatar, mas eu só votaria em quem tem ISO, sacou?

É claro que o certificado não garante a boa intenção ou retidão moral do candidato, mas ao menos saberemos que ele passou por um vestibular que o obrigou a aprender o que faz um deputado.

Ou no mínimo teríamos certeza que Vossa Excelência sabe ler e escrever.

Luciano Pires

Artigo publicado pelo conferencista Luciano Pires, do Café Brasil.
Caso queira ver o original, clique => http://tiny.cc/o2j7uaqpus

JOSÉ

E agora, José?

A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José ?
e agora, você ?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José ?

Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José ?

E agora, José ?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio – e agora ?

Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora ?

Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José !

Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José !
José, pra onde ?

Carlos Drumond de Andrade